Memórias da Condessa de Atouguia

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A presente publicação das Memórias da última Condessa de Atouguia, na segunda década do século XXI – cerca de um século após a primeira edição, vinda a lume aquando das Aparições de Nossa Senhora em Fátima –, pretende convidar o leitor a reflectir sobre dois aspectos que ressaltam da sua leitura: a nobreza e a virtude.

Tais Memórias, escritas por ordem do confessor desta condessa, possuem um estilo despretensioso, simples e natural, que revela em toda a sua pureza a enorme autenticidade desta ilustre senhora que foi a condessa de Atouguia, D. Mariana Bernarda de Távora.

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Sinopse

A presente publicação das Memórias da última Condessa de Atouguia, na segunda década do século XXI – cerca de um século após a primeira edição, vinda a lume aquando das Aparições de Nossa Senhora em Fátima –, pretende convidar o leitor a reflectir sobre dois aspectos que ressaltam da sua leitura: a nobreza e a virtude.

Tais Memórias, escritas por ordem do confessor desta condessa, possuem um estilo despretensioso, simples e natural, que revela em toda a sua pureza a enorme autenticidade desta ilustre senhora que foi a condessa de Atouguia, D. Mariana Bernarda de Távora.

Filha de D. Leonor de Távora e de D. Francisco de Assis, Conde de Alvor,  Marquês de Távora e Vice-rei da Índia, nasceu no ano de 1722. Casou-se com D. Jerónimo de Ataíde, 11.º Conde de Atouguia, a 2 de Dezembro de 1747. Tiveram 6 filhos. Estava ela ligada por parentesco com a mais alta nobreza do reino: Óbidos, Angejas, Ribeiras, Cadavais, Aveiros... Para utilizar uma expressão camiliana, esta senhora refulgiu na constelação mais brilhante da sociedade de então. O seu pai foi vice-rei da Índia, o seu sogro vice-rei do Brasil.

Rica, bela e culta, tudo lhe sorria na vida; não poderia, com toda a certeza, deixar de sobressair igualmente na sociedade aristocrática portuguesa da primeira metade de Setecentos.

Contudo, toda essa grandeza foi acompanhada por um sofrimento proporcional na vida desta última condessa de Atouguia. Os seus pais foram ambos supliciados a 13 de Janeiro de 1759, acusados, sem provas, de envolvimento no atentado contra D. José, em Setembro do ano anterior. O mesmo aconteceu com o seu marido e ainda com os seus irmãos D. Luís Bernardo e D. José Maria. Quando o conde, seu marido, foi condenado ao patíbulo, na cruenta perseguição desencadeada pelo despotismo pombalino, o seu filho mais novo tinha pouco mais de um ano e o mais velho apenas dez. A condessa de Atouguia foi detida em Janeiro de 1759, primeiramente em sua casa e depois no Convento das Capuchinhas de Sacavém, juntamente com as suas duas filhas e o filho mais novo. Durante mais de vinte anos ali permaneceu... Foi reabilitada, somente a 30 de Julho de 1780, por decreto da rainha Dona Maria I que veio proclamar a sua inocência.

Apesar das clamorosas injustiças sofridas, quando, no correr do texto, se refere ao rei D. José, bem como ao seu valido, as suas palavras revelam sempre uma impressionante serenidade. Os seus escritos reflectem bem a mansidão cristã e uma extraordinária dignidade alimentada pela prática heroica das virtudes.

O tema central das Memórias é a direcção espiritual que a condessa recebeu do padre Malagrida. A narração tem início quando a autora tinha quinze anos e finda com a sua prisão no Convento.

A primeira edição das Memórias foi composta em Pontevedra, no ano de 1916, por iniciativa do P. Valério Cordeiro.

Detalhes do livro

153 Itens

Ficha técnica

Autor
D. Mariana Bernarda de Távora

Referências especificas

ISBN
978-989-8379-68-9

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